Avô arranja saco plastico para poder abraçar os netos durante a pandemia no Mato Grosso

Ele arrumou sacos de plásticos envolta das crianças para poder abraçar as crianças sem ter o contado direto eles.

Na pandemia os idosos estão sofrendo bastante em não poder abraçar, beijar e nem um simples aperto de mão em seus queridos netinhos.

Para os avôs está sendo muito difícil porque a maioria estão sempre presente juntos com as crianças.

No último domingo(26), foi o dia dos avôs e eles estavam bastante triste porque pela primeira vez não iria poder abraçar seus queridos netinhos.

Foi então que Odair Agostini, de 60 anos, e seu filho tiveram a ideia de improvisar uma maneira de poder abraçar seus netos.

Ele arrumou sacos de plásticos envolta das crianças para poder abraçar as crianças sem ter o contado direto eles.

Odair falou que viu algumas pessoas fazendo isso em outros estados e decidiu fazer o mesmo só para poder dar um abraço em seus 3 netinhos.

o Benjamin, de 5 anos, a Melissa, de 8 anos e o Caio, de 12.

Odair conta que seus netos maiores entenderam, mas o menor não entendia e queria ficar abraçando toda hora.

Odair é motorista e trabalha em eventos como musico,durante a quarentena ele esta parado e como ele mesmo fala são”Ferias prolongadas”.

Ele falou que normalmente ele via os netos todo final de semana, mais por causa do distanciamento social, as visitas ficaram menos frequentes.

“A cada 15 dias vou visitar eles, mais tomo todos os cuidados necessários para se prevenir de pegar o vírus”.fala Odair. O motorista fala que tem medo de pegar a doença, por isso sua família e ele toma todos os cuidados possíveis para evitar que pegue a doença.

Durante as visitas ele toma os cuidados usando sempre máscaras e toma cuidado para não ter o contato físico.

Ele contou que já procurou estar menos próximas a eles, ficando mais dias sem ir ver os netos mais sente falta e adora estar junto com sua família.

Ainda falou que tomando todos os cuidados tem se protegido da doença já que ninguém da família contraiu a doença.

Odair fala que espera que até o final do ano tudo ja tenha passado e poderemos todos nos volta as nossas rotinas sem medo.

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Escrito por Robson Pires Soares

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