Caso Henry: Monique e Jairinho são presos pela morte do menino; criança já era agredida por vereador e mãe sabia de tudo

O casal está preso.

A morte do menino Henry Borel completou um mês neste dia 8 de abril. O menino de apenas quatro anos de idade morreu enquanto ainda estava no apartamento com a mãe, Monique Medeiros, e com o padrasto, o vereador e médico, Jairo Souza, conhecido como Dr. Jairinho.

Henry chegou ao hospital já sem os seus sinais vitais. Um laudo foi realizado pelo IML (Instituto Médico Legal) e apontou diversos ferimentos ao redor de seu corpo. Todos eram gravíssimos e a causa de sua morte foi apontada como hemorragia interna.

E nesta quinta-feira, dia 8 de abril, os investigadores afirmam que Henry foi assassinado e sequer teve chances de legítima defesa. Além disso, o crime de tortura foi aplicado.

O casal, Monique Medeiros, e o padrasto, Dr. Jairinho, estão presos. Os dois foram presos por estarem atrapalhando às investigações e terem realizado ameaças contra algumas testemunhas.

Os mandatos já foram expedidos e por enquanto, a prisão é temporária, sendo apenas de trinta dias.

A defesa do casal, até então, negava qualquer participação na morte da criança. Os dois não deram declarações ao serem presos.

As autoridades descobriram que Dr. Jairinho já agredia Henry com diversos chutes, rasteiras e golpes na cabeça, antes de sua morte acontecer. De acordo com a Polícia, Monique sabia das agressões, ao menos desde fevereiro.

A necropsia apontou que a morte de Henry teria sido causada por uma ação violenta. Conversas apagadas foram encontradas nos celulares do casal. Além disso, diversas testemunhas mostraram um perfil violento em Jairinho.

Escrito por Juliana Gomes De Souza

Colunista de notícias sobre diversos assuntos. Apaixonada por literatura e a arte da escrita. Escrevo sobre tudo que envolve o mundo do entretenimento, além de falar das principais noticias sobre o dia a dia.