Caso Rhuan: Mãe assassina disse que carne de seu filho na churrasqueira tinha um cheiro bom

O caso chocou o país.

No ano de 2019, um caso chocou a muitos por tamanha crueldade envolvida. Uma mãe torturou e matou o seu próprio filho, com a ajuda de sua companheira. Recentemente, foi divulgada a pena que a justiça ordenou para as duas assassinas. Juntas, as penas, somam mais de 120 anos de cadeia.

Rhuan Maycon da Silva Castro foi assassinado quando tinha apenas 9 anos de idade. Ele não teve uma morte tranquila e sofreu até o último minuto. Sua mãe, Rosana Auri da Silva, torturou o garoto, esfaqueando diversas partes de seu corpo e degolando a criança ainda viva. Como se não bastasse, ela arrancou os olhos do menino e tirou partes de sua pele. Tudo isto com a ajuda de Kecyla Priscyla Santiago, sua companheira.

As duas, na tentativa de se livrar do corpo, queimaram partes do garoto em uma churrasqueira. A frieza de Rosana chamou a atenção dos investigadores. Ela foi questionada se teria comido a carne da criança. A resposta surpreendeu. Ela disse que não, mas que o cheiro estava bom.

Não conseguindo se livrar totalmente do corpo, elas colocaram os restos em uma mochila e saíram. Diante disso, o movimento chamou atenção dos vizinhos que ligaram para a polícia. As autoridades prenderam as duas em flagrante.

Durante sua vida, Rhuan, sofreu muito na mão das duas agressoras. Ele não tinha o direito de ir para a escola e teve seu órgão íntimo arrancado pelas próprias.

Rosana chegou a justificar o crime dizendo que o garoto fazia com que ela lembrasse do passado com o pai da criança, o que a irritava.

Escrito por Juliana Gomes De Souza

Colunista de notícias sobre diversos assuntos. Apaixonada por literatura e a arte da escrita. Escrevo sobre tudo que envolve o mundo do entretenimento, além de falar das principais noticias sobre o dia a dia.