Laudo inicial da perícia do homem negro, espancado na unidade Carrefour, indica que Joao morreu de asfixia

O corpo da vítima, foi liberado na tarde desta sexta (20).

Segundo as primeiras análises da perícia apuraram que a possibilidade da causa da morte do homem que foi espancado na unidade de Carrefour em Porto Alegre tenha sido asfixia.

Mas ainda segundo a entidade, novos exames de laboratório, irão ser realizados, e os laudos definitivos, só deverão estar concluídos nos próximos dias. O corpo, foi encaminhado aos Departamentos de Criminalística e Médico-geral, ainda na noite desta última quinta.

A vítima, João Freitas de 40 anos, foi agredido até à morte por dois homens brancos, um deles PM e outro segurança do supermercado.

Ele estaria dentro da loja, acompanhado com a esposa, realizando compras, quando os fatos aconteceram, após ele ter tido um desentendimento com uma funcionária que estava a trabalhar no local. Ela de imediato acionou a segurança, que acompanhou a vítima até ao estacionamento, e deram incio às agressões.

Os responsáveis pela segurança, e pela morte de João, é um PM, Giovane Gaspar de 24 anos, e o segurança Magno Braz de 30. Ambos foram detidos em flagrante, e na tarde desta sexta tiveram prisão preventiva decretada.

Além da gravidade da situação, Magno é funcionário terceirizado no supermercado. Já Giovani, era PM temporário, e segundo os responsáveis, ele não poderia estrar ali a trabalhar no local.

A defesa de Giovane, David Leal, conta que o cliente destacou, que a vítima estava um pouco alterado, e deu um empurrão em uma senhora. Conta ainda, que a vítima, o teria desferido após lhe dar um soco no rosto.

Já William Vacari, advogado de Magno, conta que:” Vamos esperar o resultado das perícias e das demais investigações”.

Escrito por Carla Sofia

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