Recuperação ambiental de Mariana é o programa que mais evoluiu em 4 anos

O rompimento da barragem de Fundão completa 4 anos e ainda não há prazo de recuperar toda a área devastada

O rompimento da barragem e Fundão, da Samarco, no dia 5 de novembro de 2015 e deixou a cidade de Mariana na Região Central de Minas Gerais deixou números alarmantes. Cerca de 45 milhões de rejeitos de minério foram derramados, 40 mil hectares de vegetação de Áreas de Preservação Permanente (APP) a serem reflorestadas agora como forma de compensação do desastre, 11 toneladas de peixes mortos e além das milhares de pessoas atingidas de várias formas e dos dezenove mortos.

Quatro anos após a tragédia ter acontecido, ainda não se tem prazo de quando tudo será resolvido. Até o momento ninguém foi preso pelo crime ambiental cometido. E também não tem sequer uma previsão de que o julgamento aconteça. A recuperação ambiental no momento é a mais bem resolvida, mas está longe de estar concluída também.

A Samarco recebeu diversas multas devido a o crime ambiental cometido. A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad) alegou que foram indicados 31 autos de infração contra a mineradora em questão. Entre eles quinze acabaram sendo anulados por que tiveram os seus recursos aceitos, porém 16 destes autos ainda estão sendo válidos.

Destes autos no entanto somente o que é chamado de “multão” já foi confirmado em duas instâncias e que já está sendo pago também em forma parcelada. O valor atualizado é de R$127,6 milhões. A Samarco chegou a pagar o valor de R$6,39 milhões como entrada e terá que pagar mais 26 parcelas, que somam o valor de R$67,1 milhões. Cada parcela tem o valor de R2,168 milhões e tem sua atualização todos os meses. Somando todos os autos de infração que estão validos até o momento o valor chega a mais de R$300 milhões.

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Escrito por Redator Seguindo News

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